The idea was to visit its Christmas market, but I really enjoyed visiting the Ireland Cultural City, Galway.

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Galway Christmas Market 2016 – Photo: Andrea Milhomem

A friend who used to live in Galway recommended a visit to its Christmas market. Adventurous as I am, I had already bought the ticket and booked the hotel when another friend told me the market wasn’t so interesting. Since I had only passed through Galway on a trip to Connemara, I thought it would be an opportunity to get to know this city that had aroused my curiosity, in spite of enjoying its Xmas market or not. And I do not regret it at all.

Actually, for those who have been to Christmas markets like those in Cologne, Germany, or in Prague, the Czech Republic, Galway’s is not that great. In fact, it’s just unpretentious. There are neither many craft options, nor much food. But the location is great, on Eyre Square, the central public square. In order to have an idea of what it is like — you can watch this drone footage made by Willgrrtt: https://www.youtube.com/watch?v=hsuIxftdiqE

As a matter of fact, the market was a good excuse to explore the officially designated, along with Rijeka (Croatia), the European Capital of Culture 2020 and where one eats very well, especially lovers of fish and seafood. Besides, Galway is a lively city with lots of entertainment.

As for tourist attractions, there are not many. However, the few options are worthwhile. Have a look at this map with some places of interest. One that caught my attention was the Spanish Arch, the remains of the wall on the left bank of the Corrib River.

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Spanish Arch – Photo: Andrea Milhomem

Before its construction, until recently, it was called “the head of the wall”. The wall was built between  1584-1588 to protect the boats docked at the pier where the fish market was. Due to the location of Galway, there was much trade with Spain, from whom they bought, for example, wine and brandy. Nowadays it is a pleasant place to take a stroll in. The landscape on both sides of the Corrib is very beautiful.

On the right bank is Claddagh. It was once a fishing village. Today it is part of the city. What makes this place special is that from there originated, in the 17th century, the famous Claddagh Ring. This traditional ring represents love, friendship and loyalty. Two hands hold a heart with a crown on it. Hands represent friendship, heart, as you can imagine, love, and the crown, loyalty. There are types and prices to please everyone.

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Photo: Claddagh Ring Store

From the Spanish Arch it is possible to have access to the Cathedral by a pedestrian way. The view is incredible. Besides it, you will walk along the Corrib River. In order to get into the Cathedral, it is necessary to cross the Salmon Weir Bridge, from where you can see, mainly in May and June, shoals of salmon making their way up to the spawning grounds of Lough Corrib in the clear river. Unfortunately I did not have that pleasure.

The cathedral is majestic on the outside. Inside it is simple and elegant at the same time. It is simple because it is not brimming with ornaments, but it is elegant with its floor made of Connemara marble, its mosaics, the mahogany benches… A curiosity about this place: it is the most recent stone-built cathedral in Europe. It’s only 52 years old.

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Galway Cathedral – Photo: Andrea Milhomem

Just as Christopher Columbus did in 1477, I also visited the medieval Collegiate Church of St. Nicholas.

I also loved walking down Shop Street. The busiest street in Galway is quite nice. And, inevitably, you  will find yourself in the Latin Quarter that is packed with restaurants. The atmosphere is just great!

The restaurants where I’ve been, and I would highly recommend, were the relaxed McDonagh’s (the chowder was delicious); The Quays, which is a bar, music hall and restaurant; and Tosnú, whose service and food are awesome (vegans will appreciate it too).

The city is also famous for the pubs with live music. A friend went to one called Roisin Dubh. She said it is fantastic. Unfortunately, I myself didn’t have the opportunity of enjoying one of these pubs.

Galway is a college town, so it is lively  day and night. Besides, there are several events throughout the year, such as music festival, oyster & seafood festival … It is worth checking the calendar to know what is going on.

I stayed at Menlo Park Hotel. I cannot recommend it because it is 20 minutes from the city centre. If the road had any attractions, it’d be okay, but that’s not the case. The hotel is great, with good service and a very reasonable price by Irish standards. The problem is the location.

I used Gobus from Dublin to Galway. It is nonstop. It has Wi-Fi and it is comfortable. It is possible to book online. The trip takes two hours and a half.

As I was lucky at the weather, I went out for a little run. My destination was Salthill, in Galway’s vicinity. It was delightful to run down the coast and see the dawn.

Galway is also a point of departure for interesting places such as the Aran Islands, Inishmór, Connemara, Clifden, etc.

Any doubt Galway is worth a visit?

(Thais Pinheiro and Marta O’Narbona have collaborated with this article)

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Galway Christmas Market – Photo: Andrea Milhomem

brasil  A ideia era visitar seu mercado de Natal…Mas gostei mesmo foi de visitar a cidade irlandesa da cultura, Galway.

Uma amiga que morou em Galway me recomendou visitar o mercado de Natal. Entusiasmada como sou, já tinha comprado a passagem e reservado o hotel quando outra amiga me disse que o mercado não valia muito a pena. Como eu só havia passado por Galway para uma viagem para Connemara, pensei que, na pior das hipóteses, seria uma oportunidade para conhecer melhor a cidade que havia me despertado certa curiosidade. E não me arrependo.

Realmente para quem já foi a mercados de Natal como os de Colônia, na Alemanha, ou como os de Praga, na República Tcheca, o de Galway deixa bastante a desejar. Mas acho que, na verdade, ele é despretensioso. Não há muitas opções de artesanato, tampouco há muita comida. Mas a  localização é ótima, na Eyre Square, a praça pública central. Para ter uma ideia, veja essa filmagem feita por Willgrrtt com um drone: https://www.youtube.com/watch?v=hsuIxftdiqE.

De fato, o mercado foi uma boa desculpa para desbravar essa cidade irlandesa designada oficialmente, juntamente com Rijeka (Croácia), como Capital Europeia da Cultura 2020  e onde se come muitíssimo bem, principalmente os amantes de peixes e frutos do mar. Além disso, a cidade é bastante animada e com muitas opções de lazer.

Em termos de atrações turísticas, não há muitas. Entretanto, as poucas que têm valem a pena. Dê uma olhada no mapa os lugares mais interessantes. Um dos que mais me chamou a atenção foi o Arco Espanhol (Spanish Arch), resto de muralha que se encontra à margem esquerda do Rio Corrib.

Antes de sua construção, e até pouco tempo,  chamava-se “cabeça da muralha” (the head of the wall). A muralha foi construída entre os anos de 1584-1588 com a finalidade de proteger os barcos atracados no cais onde se encontrava o mercado de peixes. Devido à localização de Galway, houve muito comércio com Espanha, de quem compravam, por exemplo, vinho e brandy. Hoje em dia é um local prazeroso para dar um passeio. A paisagem de ambos os lados do Corrib é muito bonita.

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Galway – Foto: Andrea Milhomem

Na margem direita, encontra-se Claddagh. Antigamente foi uma vila de pescadores. Hoje faz parte da cidade de Galway. O que faz essa localidade especial é que de lá originou-se, no século 17, o famoso anel irlandês Claddagh Ring. Esse tradicional anel representa o amor, a amizade e a lealdade. Duas mãos seguram um coração com uma coroa sobre ele. As mãos representam a amizade, o coração, como se pode imaginar, o amor, e a coroa, a lealdade. Há para todos os gostos e de acordo com o preço que se possa pagar.

Do Arco Espanhol é possível ter acesso à Catedral por uma passagem de pedestre. A vista é incrível. Além de caminhar beirando o rio Corrib. Para chegar à Catedral, é necessário atravessar a ponte Salmon Weir, de onde se vêem, principalmente em Maio e Junho, cardumes de salmão que desovam no Corrib. Infelizmente não tive esse prazer.

A catedral é majestuosa por fora. Por dentro ela é simples e elegante ao mesmo tempo. É simples porque não está repleta de ornamentos, mas é elegante com seu piso feito com  mármore de Connemara, seus mosaicos, os bancos de mogno… O mais curioso é que é a catedral construída em pedra mais recente da Europa. Tem apenas 52 anos.

Assim como Cristóvão Colombo o fez em 1477, eu também fui visitar a igreja medieval de São Nicolau (the Collegiate Church of St Nicholas).

Adorei caminhar pela Shop Street. A rua mais concorrida de Galway é bastante simpática. E, inevitavelmente, acaba-se indo parar no quarteirão latino (Latin Quarter) que está repleto de restaurantes. O ambiente é ótimo!

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Shop Street – Foto: Andrea Milhomem

Os restaurantes onde estive, e que recomendo, foram o McDonagh’s, despojado (o chowder, espécie de sopa de mariscos, estava delicioso); o  The Quays, que é bar, music hall e restaurante; e o Tosnú, que amei tanto o atendimento quanto a comida (veganos também apreciarão).

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Latin Quarter – Foto: Andrea Milhomem

Embora eu não tenha ido, a cidade é muito conhecida também por seus bares com música ao vivo. Uma amiga me falou super bem de um bar chamado Roisin Dubh.

Galway é uma cidade universitária, portanto é animada tanto durante o dia quanto à noite. Além disso, há vários eventos durante o ano, como festival de música, de ostras… Vale a pena dar uma checada no calendário para saber o que está rolando.

Fiquei hospedada no Menlo Park Hotel. Não recomendo porque fica a 20 minutos do centro. Se o caminho apresentasse algum atrativo, ok, mas não é o caso. O hotel é ótimo, com bom atendimento e um preço bastante razoável para os padrões irlandeses. Realmente o problema é a localização.

Fui de Gobus de Dublin para Galway. O ônibus é direto. Tem Wi-Fi e é confortável. É possível reservar online. A viagem dura duas horas e meia.

Como tive sorte com o tempo e com a temperatura, saí para dar uma corridinha. Meu destino era Salthill, bairro de Galway. Foi uma delícia correr pela costa e ver a cidade amanhecendo.

Galway é também ponto de partida para localidades bastante interessantes como as ilhas Aran, Inishmór, Connemara, Clifden, etc.

Alguma dúvida de que vale a pena dar uma esticadinha a Galway?

(Thais Pinheiro e Marta O’Narbona colaboraram com este artigo)

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Shop Street – Foto: Andrea Milhomem

espanha La idea era visitar su mercado de Navidad … Pero lo que realmente me gustó fue visitar la ciudad irlandesa de la cultura, Galway.

Una amiga que vivió en Galway me recomendó visitar el mercado de Navidad. Como soy muy aventurera, ya había comprado el billete y reservado el hotel cuando otra amiga me dijo que el mercado no merecía la pena. Como sólo había estado en Galway de paso para Connemara, pensé que, en el peor de los casos, sería una oportunidad para conocer mejor la ciudad que me había despertado cierta curiosidad. Y la verdad es que no me arrepiento.

Realmente para aquellos que han estado en los mercados de Navidad, como los de Colonia, en Alemania, o los de Praga, el de Galway deja mucho que desear. Pero la verdad es que nos es pretencioso. No hay muchas opciones de artesanía, tampoco hay mucha comida, pero la ubicación es genial, en Eyre Square, la plaza pública central. Para que tengas una idea del mercado, vea esa grabación hecha por Willgrrtt con un drone: https://www.youtube.com/watch?v=hsuIxftdiqE

De hecho, el mercado me sirvió de excusa para conocer a esa ciudad designada, juntamente com Rijeka (Croacia), la Capital Europea de la Cultura 2020, y donde se come muy bien, especialmente para los amantes del pescado y del marisco. Además es una ciudad llena de vida y ocio.

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Oscar Wilde y Eduard Vilde – Foto: Andrea Milhomem

En cuanto a los lugares de interés turístico, no hay muchos (mapa). Sin embargo, los pocos que tienen valen la pena. Uno de los que más me llamó la atención fue el Arco Español (Spanish Arc),  lo que sobra de muralla ubicada en la orilla izquierda del río Corrib.

Antes de su construcción, y hasta hace poco, se le llamó “la cabeza de la muralla” (the head of the wall). La muralla fue construida entre los años 1584-1588 con el fin de proteger a los barcos amarrados al muelle donde estaba instalado el mercado de pescado. Debido a la ubicación de Galway, hubo mucho comercio con España, básicamente de vino y brandy. Hoy en día es un lugar agradable para dar un paseo. El paisaje a ambos lados del Corrib es muy bonito.

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Galway – Foto: Andrea Milhomem

En la orilla derecha, está Claddagh. Antiguamente, era un pueblo de pescadores. Hoy en día es parte de la ciudad de Galway. Lo que hace ese lugar particular es que allí se originó, en el siglo XVII, el famoso anillo irlandés Claddagh Ring. Ese tradicional anillo representa el amor, la amistad y la lealtad. El anillo se caracteriza por su diseño, dos manos que sostienen un corazón con una corona sobre ella. Las manos representan amistad, el corazón, como se puede imaginar, el amor y la corona, la lealtad. Hay tipos y precios para todos los bolsillos.

Desde el Arco Español es posible tener acceso a la catedral por un camino peatonal. La vista es increíble.  Además vas bordeando el río Corrib. Para llegar a la Catedral, se debe cruzar el Puente Salmon Weir , donde se ve, sobre todo en mayo y junio, los salmones que desovan en el Corrib. Por desgracia no he tenido ese placer.

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Catedral de Galway – Foto: Andrea Milhomem

La catedral es majestuosa por fuera. Su interior es sencillo y elegante a la vez. Es austera, ya que no está lleno de adornos, pero es elegante, con su suelo de mármol de Connemara, los mosaicos, los bancos de caoba… Lo más curioso es que es la catedral construida en piedra más reciente de Europa. Tiene 52 años.

Al igual que Cristóbal Colón hizo en 1477, también fui a visitar a la iglesia medieval la Colegiata de San Nicolás (Collegiate Church of St. Nicholas).

Me encantó caminar por la Shop Street. Es la calle más transitada de Galway y es un agradable paseo caminar por ella hasta el final. La calle termina en el Barrio Latino (Quartier Latin), que está lleno de restaurantes. ¡El ambiente es genial!

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Durante mi visita estuve en varios  restaurantes que sin duda os recomiendo:  el desenfadado McDonagh’s (me tomé chodder, una sopa de pescado deliciosa); The Quays, que es un bar, restaurante y sala de música; y el Tosnú, que me encantó tanto el servicio como la comida (los vegetarianos también lo van a apreciar).

Aunque no fui,  la ciudad también es muy conocida por sus bares con música en vivo. Una amiga fue a uno llamado Roisin Dubh. Le pareció genial.

Galway es una ciudad universitaria, por lo tanto con mucha vida tanto diurna como nocturna. Además, tiene muchos eventos a lo largo de año, como el festival de música, el festival de ostras… Y la ciudad se pone a tope. Merece la pena echar un vistazo al calendario para tener una idea de los eventos que se van a celebrar.

Me hospedé en el Menlo Park Hotel. El hotel es grande, con un buen servicio y un precio muy razonable para los estándares irlandeses, pero no se lo recomiendo, porque está a 20 minutos del centro por un camino muy poco atractivo.

Llegué a Galway en autobús desde Dublín. Viajé en la compañía de autobuses llamada Gobus. El autobús va directo a Galway, sin paradas. Cuenta con Wi-Fi gratis y es muy cómodo. Es posible reservar online. El viaje tiene una duración de dos horas y media.

Cómo tuve suerte con el tiempo, aproveché para salir a correr. El destino fue Salthill, que está en la zona de Galway. Fue un placer correr por la costa y ver la ciudad amanecer.

Galway es también el punto de partida para lugares muy interesantes como las islas de Aran, Inishmor, Connemara,  Clifden, etc.

¿Aún te queda alguna duda de que vale la pena un pequeño viaje a Galway?

(Thais Pinheiro y Marta O’Narbona han colaborado con este artículo)

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Galway – Foto: Andrea Milhomem
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